Patrícia Camargo

Patrícia Camargo - Formação em Psicanálise Clínica com o Prof. Wilson Cerqueira, do Centro de Estudos em Psicanálise Clínica, filiado à Associação Brasileira de Psicanalistas Clínicos (ABPC).

Realiza atendimentos como Psicanalista Clínica em Sorocaba e Campinas.

Também trabalha há mais de 5 anos com Coaching de Vida e é especialista em Coaching Afetivo. É conciliadora da Justiça Federal e autora dos blogs Coaching Afetivo e Psicanálise Sorocaba.

Por que fazer Psicanálise ?
Porque em algum momento de nossas vidas sofremos traumas, sentimos mágoas, culpas, frustrações, perdemos o rumo, nos desconhecemos, buscamos ser melhores do que somos e sabemos que podemos ir além.

Geralmente, as pessoas não têm consciência das diversas causas que determinam seus comportamentos e suas emoções. Estas causas estão em nosso inconsciente, e através de um Processo Psicanalítico, é possível compreendermos por que agimos como agimos e como podemos ser pessoas melhores, mais equilibradas e conscientes de nossos atos e escolhas.

Contatos pelo e-mail psicanalise@patriciacamargo.com.br ou pelos celulares (15) 9 9855-2277 / (19) 9 9739-4019 (What´s app)


Link da matéria da TV Tem (Afiliada da Rede Globo em Sorocaba) em que Patrícia Camargo é entrevistada sobre como realizar seus sonhos :



sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Pulsão de Vida e Pulsão de Morte


Melanie Klein foi uma grande psicanalista que estudou prioritariamente a vida dos bebês e das crianças. São dela os conceitos de pulsão de vida e pulsão de morte, formados a partir da observação de bebês.

Existem bebês que nascem alegres, estão sempre dispostos, sorrindo, choram somente em situações extremadas como fome, frio e sono, por exemplo, e na maioria do tempo podemos dizer que estão em paz consigo mesmos.

Outros bebês nascem inquietos, nada lhes agrada, choram por tudo, parecem sempre incomodados e por vezes deprimidos. Estão sempre insatisfeitos, grosseiramente podemos dizer que são infelizes, que nada lhes agrada.

Estas observações são muito importantes porque foram feitas em bebês recém nascidos, que não têm ainda grandes vivências ou experiências, mas que revelam o quanto é inato no bebê uma  pré disposição para a vida ou para a morte.

Para Freud, a pulsão de vida se expressa por nossas ligações amorosas, seja com pessoas, coisas ou sistemas. Já a pulsão de morte se se expressa por nossa agressividade, direcionada tanto para nós mesmos quanto para os outros. 

Quando um bebê cresce e se torna criança, notamos em seu comportamento a predominância de alegria ou tristeza, satisfação ou insatisfação, amor ou agressividade, e reconhecemos então se naquela criança, a maior expressão é a de pulsão de vida ou de morte.

Num Processo Psicanalítico, o conhecimento desta relação do bebê e da criança com o mundo é fundamental para a compreensão daquele ser. Em muitos aspectos de nossa vida, reproduzimos o que para nós é predominante, a pulsão de vida ou de morte. E expressamos esta relação na maneira como lidamos com as adversidades. 

Ao compreendermos nosso funcionamento, estamos dando o primeiro passo para uma evolução. Apesar de certa predominância de pulsão de vida ou de morte em nossas vivências, sempre podemos optar pelo caminho que seguimos, podemos elaborar o que vivemos e compreender o que podemos fazer para uma vida mais plena e feliz. Não podemos mudar nosso passado, mas a todo instante, podemos mudar nosso sentimento em relação a ele. 

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

O exemplo da superação




Quem estava acompanhando a cerimônia de abertura das Paralimpíadas viu e duvido que não tenha se emocionado.  Foram vários momentos marcantes, mas gostaria de destacar dois, que considero os mais significativos.

Maestro João Carlos Martins tocando o Hino Nacional foi de arrepiar. Quem o conhece e sabe de sua história, tem ciência de que para o Maestro a vida não tem sido fácil, mas que isto não foi o empecilho para que ele não fizesse com o limão que a vida lhe deu, uma deliciosa limonada !

Na revezamento da Tocha Olímpica em sua fase final, já dentro do Maracanã, também foi impossível não se emocionar com a ex-atleta Márcia Malsar, que durante seu percurso, se desequilibrou e caiu. Márcia tem paralisia cerebral e carregou a tocha debaixo de chuva e com a ajuda de uma bengala. A queda não foi suficiente para contê-la : ao cair, o público se levantou e a aplaudiu de pé, incentivando-a a concluir seu trajeto até entregar a tocha à próxima responsável.

Márcia representou o Brasil nos Jogos Paralímpicos de 1984 e 1988, tendo sido a primeira atleta paralímpica do país a conquistar uma medalha de ouro no atletismo, na prova dos 200m rasos. Um feito e tanto e um orgulho nacional !

Estas duas histórias são inspiradoras e demonstram apenas a ponta do iceberg do que de fato representam todos os atletas paraolímpicos ali presentes. Ser atleta no Brasil não é tarefa fácil. Ser atleta paraolímpico beira o impossível. Mas se torna possível pela garra e determinação de cada atleta, que traz uma história de adversidade e superação consigo.

Da próxima vez que você for desistir de algo, inspire-se nestes dois exemplos ou nos exemplos dos atletas presentes nesta Paralimpíada brasileira que vai ficar pra história em nossos corações e que já nos deixou marcas emocionais profundas. Basta ter um bom coração para saber apreciar e comemorar com todos eles por cada batalha vencida ! 

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

A importância do perdão


Todos sabem que o perdão é importante em nossa vida mas poucos conseguem de fato praticá-lo. Não é mesmo uma tarefa fácil. Naturalmente nos cobramos e também cobramos dos outros, atitudes e comportamentos. Muitas vezes agimos da uma maneira diferente da que gostaríamos. Por agirmos assim, colhemos arrependimento e é este arrependimento que irá nos acompanhar em nossa vida até que possamos exercer o perdão.

O perdão é algo que concedemos – ao outro e a nós mesmos. Frequentemente entendemos que para o outro merecer nosso perdão, ou fazemos um exercício de humildade e admitimos nosso erro, ou esperamos que o outro faça um exercício de humildade e admita seu erro, para que possamos perdoá-lo. Mas se precisamos que o outro nos peça perdão para perdoá-lo, será que estamos genuinamente prontos para lhe oferecer o perdão ? Na verdade, se estamos de fato prontos para perdoar o outro, pouco importa se ele pediu ou não pelo seu perdão.

E quando acontece conosco, quando devemos nos conceder o auto perdão ? Também não é diferente. Pode até ser mais fácil nos perdoarmos por algo que fizemos e admitirmos o erro. Mas será que conseguimos nos perdoar por algo que não entendemos como erro mas que de alguma forma gerou uma consequência ruim para alguém ? Também neste caso, pouco importa se erramos conscientemente ou se erramos mesmo que fosse na intenção de acertar. Merecemos nosso auto perdão simplesmente porque sabemos de alguma forma, mesmo que inconscientemente, que agimos de forma errada.

Como certo e errado são questões relativas, quero chamar a atenção para a essência da questão : devemos tanto perdoar os outros como nos perdoarmos constantemente, independente das causas e consequências. E isto se deve ao simples fato de sermos falíveis. Se não somos perfeitos, naturalmente cometeremos erros, provavelmente magoaremos alguém e infelizmente também nos sentiremos magoados. 

Faça do perdão um exercício diário em sua vida. Conceda perdão aos outros e a você mesmo ! Você terá uma vida mais plena e especialmente mais leve ! Irá desenvolver a empatia e poderá finalmente compreender que todos nós cometemos erros, especialmente nós mesmos. 

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Lidando com nossas frustrações


Olhando no dicionário, a definição de frustração é : “o estado de um indivíduo quando impedido por outrem ou por si mesmo de atingir a satisfação de uma exigência pulsional”. De maneira simplista, podemos dizer que frustração é um sentimento que ocorre quando ansiamos por algo e este algo não acontece.

Geralmente nos frustramos por que desejávamos algo e não conseguimos. A frustração é maior quanto mais lutamos por aquilo. Algumas vezes era algo que só dependia de nós mesmos, outras vezes dependíamos de outras pessoas para conseguirmos aquilo.

Vejo filhos frustrados com seus pais simplesmente porque percebem que os pais não os conhecem, estão tão envolvidos com seus problemas e sua rotina que a atenção para os filhos é mínima, e tudo o que eles desejavam simplesmente era atenção. Vejo pais frustrados com seus filhos porque estes não seguiram a carreira desejada por eles. Vejo chefes, empregados, médicos, pacientes, todos frustrados, porque não alcançaram o que desejavam.

E o que podemos aprender com nossas frustrações ? Primeiro, elas nos ensinam a sermos perseverantes.  Porque só nos frustramos se desejamos muito algo e este algo não se realizou. Mas dificilmente nos frustramos por algo que não lutamos pra conseguir. Pode ser que fiquemos tristes, mas pouco frustrados se não fizemos nossa parte para a conquista daquilo. Por isto, independente do resultado, quando frustrados, podemos nos reconhecer mais perseverantes por termos nos proposto a algo e termos lutado por aquilo.

Ao percebermos que aquela “não conquista” não nos derrubou, nos vemos mais fortes também. Porque por mais que não tenhamos alcançado o que desejávamos, sabemos que não vamos desistir. Pode ser que desistamos de lutar por um objetivo A, mas sabemos que logo lutaremos pelo objetivo B. Muitas vezes é na frustração que nos damos conta da nossa força interior para enfrentarmos as adversidades. 

Mas podemos aprender algo ainda mais precioso com as nossas frustrações : o perdão. Muitas vezes nosso sonho foi frustrado por alguém – e está aí uma ótima oportunidade para exercitarmos o perdão. Outras vezes reconhecemos que a falha foi nossa, então só nos restar o auto perdão, sermos brandos e compreensivos conosco, infelizmente não foi desta vez..... 

Quando temos que conviver com algo que não gostamos, temos oportunidade de exercitarmos a paciência, como numa relação em que você espera uma atitude do outro, e ele faz o oposto. Se ele continua agindo daquela forma, exercitamos a tolerância. Se nos damos conta de que o outro não irá mudar, exercitamos a resignação, pois cabe o respeito às pessoas que não agem como gostaríamos, seja por teimosia delas ou por nossa própria teimosia.

Neste caso, aparece o perdão como único modo de conviver com aquela pessoa. Perdão e compreensão, aceitação, ao constatarmos que infelizmente o outro não é como gostaríamos, mas o fator desta união é maior do que esta divergência. Então, em nome de tantas outras afinidades, nos resignamos e perdoamos. E temos assim, mais uma oportunidade de exercitarmos nossa empatia, ao invés de cultivarmos mais uma frustração.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Dificuldade de cortar vínculos


Algumas pessoas têm dificuldades em cortar seus vínculos. Em alguns casos, são filhos que não conseguem cortar vínculos com seus pais. Crescem naquele ambiente familiar, recebem todas as provisões que necessitam para se tornarem pessoas adultas e saudáveis, mas quando se vêem independentes financeiramente, não conseguem romper o vínculo emocional com seus pais e não saem de casa.

Dentro deste perfil, também encontramos pessoas que não desenvolvem sua independência financeira, não estudam, não trabalham e desta forma – além da dependência emocional que possuem – também não conseguem desfazer o vínculo com seus pais também por que a independência financeira não foi alcançada.

Em outros casos, pessoas possessivas e ciumentas não conseguem romper seus vínculos afetivos com cônjuges ou namorados quando a relação chega ao fim. São pessoas que fazem da vida do outro um inferno e têm grande dificuldade de seguirem adiante com suas vidas sem a presença do outro. A dependência emocional também é grande e ser dependente do outro e ter o outro sob controle é o que lhes satisfaz.

Muito tem se falado sobre a “geração canguru”, em que filhos mais velhos continuam morando com seus pais mesmo com condições de constituírem uma família. Engana-se quem pensa que é só uma questão de comodidade e de conforto se manter na casa dos pais. Mais do que isso, falta coragem para saírem de casa e serem independentes emocionais destes pais que tanto lhe proveram quando necessário.

É importante termos consciência de que passamos por diversas fases da vida. Há a fase de sermos filhos, dependentes, em fase de crescimento e aprendizado. E há a fase de sermos independentes, fazermos nossas escolhas, seguirmos nossos caminhos. Escolhas profissionais muitas vezes ainda são pautadas pela influência dos pais na vida dos filhos. Gerações de médico ainda não permitem que aquela nova geração não siga aquela carreira tradicional na família por anos. Mas e se a vocação da pessoa é para outra coisa, vai ficar presa á tradição familiar ? Infelizmente, se não for independente emocionalmente, provavelmente vai.

Os filhos de ontem são os pai de hoje, são constituintes de novas famílias, são educadores morais e emocionais de seus filhos. Devem saber que, mesmo que não queiram, são exemplos para seus filhos e que pelo tamanho de sua responsabilidade, devem ter a preocupação em dar o melhor exemplo para os filhos. E nada mais saudável para todas as partes do que criarem filhos independentes emocionais, capazes de cortarem o vínculo com os pais quando necessário, em busca de suas próprias escolhas e realizações. 

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Reflexões sobre o que não gostamos


Trabalho com Coaching e Psicanálise Clínica. Atendo vários clientes e pacientes com diferentes demandas. Ouço suas histórias, reflito com eles sobre seus sentimentos, seus valores, suas expectativas. Percorro os diferentes ângulos das histórias que me trazem e é muito frequente que relatem coisas que não são agradáveis para eles. Mas para todos eles, em diferentes situações, faço a seguinte ponderação : se não gostou, podemos amar o que nos aconteceu ?

O que significa amar mesmo não gostando ? Você está preso no trânsito, atrasado para seu compromisso. Gostou ? Não, não gostou. Mas vai adiantar ficar buzinando e deixando o trânsito mais estressado do que ele já está ? Então não tem saída : é melhor amar, mesmo não gostando.
Você entregou o trabalho para seu chefe, ele fez várias observações e mandou que o trabalho fosse refeito. Você gostou ? Não. Então é melhor amar mesmo não gostando. Vai ter que refazer de qualquer forma.

Você marcou um cinema com os amigos e quando estava quase chegando lá o pneu furou.... Foi-se o cinema e a companhia agradável deles. Você gostou ? Não. Mas é melhor amar mesmo não gostando, o que mais você pode fazer ? Reclamar ?

Assim é a vida : acontecem coisas que gostamos e coisas que não gostamos. Podemos xingar, espernear, gritar, discutir quando não gostamos. Mas do que isso vai adiantar ? Vai resolver xingar o chefe que não gostou do seu trabalho ? O problema com o pneu vai se resolver sozinho se você espernear e gritar ? Acho que não. Então a melhor alternativa é amar.

Mas amar o quê ? Amar quem ? Amar o que você não gostou, por isso, amar mesmo não gostando. Se o trânsito parou, aprenda com aquela situação. Aproveite para ouvir a música que você gosta ou acompanhar o jornal pelo rádio, não vai sair dali mesmo....

Você pode também amar seu chefe pelas observações que ele fez do seu trabalho, pois é uma oportunidade de aprendizado. Você pode amar os amigos que foram ao cinema sem você e pensar que numa próxima oportunidade haverá um novo encontro para vocês matarem as saudades e botarem o papo em dia.

Não torne o mal estar maior do que ele já é, não complique o problema, não aumente a discórdia. Amar mesmo não gostando significa que você é maior do que aquele problema corriqueiro que lhe aconteceu. Ninguém gosta de trânsito ou de ter que trocar um pneu. Mas Jung já dizia que para tudo existe um propósito. Então, ame mesmo não gostando. Se não deu certo daquela vez, sempre há um por quê, basta ter olhos para ver.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Cuidado com suas idealizações


Todos nós queremos ser feliz ! Para alguns, a felicidade se expressa em prosperidade financeira : uma linda casa, um carro importado na garagem, viagens frequentes ao exterior, consumo em lojas e restaurantes caros e por aí afora.

Para outros a felicidade se expressa pela carreira profissional : um grande cargo numa grande empresa, conquistado depois de muito esforço, muito estudo, muita dedicação, muita resolução de conflitos, algumas puxadas de tapete, talvez alguma bajulação junto ao seu superior, muitas horas mal dormidas devido à tanta dedicação aos relatórios para a empresa.

A felicidade está na conquista do amor, numa vida afetiva feliz, numa família estruturada, dirão outros. Filhos bem criados, valores  de retidão e caráter bem estimulados, respeito, confiança e cumplicidade com seu cônjuge e com seus filhos.

Só é feliz quem tem saúde, dizem muitos. Afinal, de que adianta muito dinheiro, uma carreira bem sucedida, uma família bem estruturada se não se tem saúde ? Na ausência de saúde percebemos o quanto somos frágeis e vulneráveis, o quanto muitos de nossos valores podem ser repensados e reavaliados, uma vez que a saúde é um bem muito precioso e que muitas vezes é preciso que nos falte para que possamos perceber seu real valor. 

Todos nós merecemos todas estas conquistas, por que não ? Mas uma coisa é importante ressaltar : o quanto idealizamos cada uma delas. O quanto podemos nos tornar dependentes de realizações externas,  deixando de lado nosso caráter e nosso aprendizado. Afinal, mais importante do que a conquista é a caminhada, o caminho percorrido para chegarmos lá.

A idealização nos faz imaginarmos o sucesso apenas nas conquistas materiais, por exemplo. E neste caso, se a prioridade que elegemos é esta, não pode ser a conquista de uma casa simples ou de um carro qualquer, tem que ser A casa e O carro. Da mesma forma, idealizamos nossa carreira, achando que quando chegarmos lá tudo será diferente, agora vamos mandar e não mais obedecer.... doce ilusão. Pra alguém você vai ter que responder, nem que seja para o Conselho ou para os acionistas da empresa.

A idealização afetiva também acontece. Pensamos que nos casamos com o Príncipe ou a Princesa encantados para descobrirmos, não muito tempo depois, que nosso cônjuge tem tantos defeitos ou mais do que nós. Idealizamos também a saúde na forma de exercícios pesados, dias e dias na academia, dietas mirabolantes, vitaminas e nutrientes sofisticados, que nos garantirão a saúde perfeita !

Cuidado com as idealizações ! Sua casa pode não ser uma mansão mas é a melhor casa do mundo porque é sua, porque tem a sua cara. Seu carro pode não ser importado, mas atende você e sua família muito bem, com conforto e segurança.

Da mesma forma, sua carreira não pode ser o centro de sua vida, quando você deixa sua família de lado e nem percebe que seus filhos estão crescendo, mudando de fase, conhecendo o mundo e apreciariam muito se tivessem sua companhia nas diversas fases da vida deles. Assim como uma boa saúde não precisa ser sinônimo de um corpo sarado ou de uma dieta especial, cheia de vitaminas e nutrientes artificiais, quando na verdade o que lhe daria saúde seria simplesmente cultivar e comer uma fruta do pé.